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Réu que matou transexual com facadas na cabeça é condenado a 16 anos de prisão

Após matar Jaqueline Fyoruti na casa dela, em Três Lagoas, o autor buscou atendimento médico no Hospital Regional de Ilha Solteira, onde foi preso.
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Foto: Reprodução

Anderson Vitor Pires de Brito foi condenado a 16 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de Jaqueline Fyoruti, ocorrido em Três Lagoas (MS).

A vítima foi assassinada em dezembro de 2022 e o réu foi submetido a júri popular na tarde da última sexta-feira (27).

Três anos depois do crime, Anderson ocupou o banco dos réus no Fórum de Três Lagoas, ocasião em que o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e autoria do crime.

Ele foi condenado a 16 anos e quatro meses de prisão por homicídio triplamente qualificado. O regime inicial da pena é fechado.

Relembre o caso

O crime ocorreu na madrugada de 10 de dezembro, na casa da vítima, em Três Lagoas. Amigas de Jaqueline relataram que o réu desferiu diversos golpes no rosto da transexual.

O quarto onde Jaqueline estava ficou coberto de sangue, levantando indícios de que a vítima tentou se defender quando foi morta.

Conforme sites da região, policiais militares de Mato Grosso do Sul informaram agentes do estado de São Paulo que o suspeito estaria fugindo em um carro Vectra, sentido Itapura (SP).

Assim, os policiais detiveram o suspeito na unidade hospitalar e o encaminharam para a Delegacia de Polícia Civil de Pereira Barreto (SP).

Segundo familiares, Jaqueline teve seu pescoço e parte da cabeça cortada e, por conta disso, foi velada com caixão fechado.

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