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IFSP de Ilha Solteira muda de patamar e permite ampliação de cursos e vagas

Portaria do MEC mudou a tipologia de "Campus Avançado" para "Campus", permitindo a ampliação do quadro funcional e a abertura de novas vagas.
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Foto: Divulgação
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A mudança de tipologia é realizada pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), do MEC, por meio de critérios técnicos como tempo de autorização, oferta de cursos técnicos, número de matrículas, edificação e infraestrutura existente.

A publicação da portaria era aguardada pela comunidade do IFSP, e foi comemorada pelo diretor-geral do Campus Ilha Solteira, Paulo Martins, que avalia que a mudança de tipologia representa um avanço estratégico para o desenvolvimento do campus e o fortalecimento das atividades de ensino, pesquia e extensão.

“Com a chegada de novos docentes e técnicos, o campus ampliará a oferta de cursos em diferentes níveis, fortalecerá projetos de pesquisa e inovação e melhorará os processos administrativos e o atendimento aos estudantes. Essas ações visam consolidar a instituição e aumentar seu impacto no desenvolvimento regional”, ressaltou Martins.

Alteração de tipologia

A portaria do MEC de alteração de tipologia abre espaço para contratação de mais professores e técnicos administrativos em educação, o que gerará acréscimo de até 5.600 vagas em cursos técnicos e superiores.

O normativo tem o objetivo de ampliar o quadro de servidores e a estrutura dos institutos federais, de modo que um campus avançado, que antes tinha 20 professores e atendia 400 estudantes, passe a atender 800 alunos.

As unidades beneficiadas pela portaria são os campi de Alagoas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

Segundo o ministro Camilo Santana, a medida visa fortalecer a educação profissional e tecnológica (EPT) no país.

“O fortalecimento dos nossos institutos federais é uma determinação do presidente Lula. Mais do que uma ampliação de quadro e de vagas, trata-se de um investimento direto na qualidade das instituições, com impacto positivo na oferta de educação pública, gratuita e de excelência. Estamos falando de um investimento no futuro da educação no Brasil”, afirmou Santana.

A portaria ainda destina, para cada campus, três cargos de técnico administrativo em Educação, classe C; cinco cargos de técnico administrativo em Educação, classe D; cinco cargos de técnico administrativo em Educação, classe E; e 20 cargos de professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

O repasse dos cargos efetivos gerados pela portaria, além dos cargos de direção e funções gratificadas, para o funcionamento dos campi fica condicionado à sua criação por meio de lei. 

Após as alterações efetuadas pela portaria, ainda há 13 campi avançados, que continuarão sendo avaliados pelo MEC.

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