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Caso Carmen: ação simbólica na praça marca 1 ano de ausência e clama por justiça

Mobilização marcará um ano da ausência de Carmen e reunirá familiares, amigos e moradores em caminhada simbólica.
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Foto: Reprodução/Redes sociais

Familiares e amigos de Carmen Oliveira promoverão, nesta sexta-feira (12), a partir das 20h30, na Praça dos Paiaguás, uma ação simbólica em memória da estudante universitária, marcando um ano de sua ausência.

Carmen foi morta no dia 12 de junho de 2025 em um sítio no Assentamento Estrela da Ilha. Três pessoas foram denunciadas pelo crime e vão a Júri Popular.

O ato de “memória, afeto e pedido de justiça” será realizado durante o Arraiá na Praça de Ilha Solteira (SP) e terá como objetivo homenagear a vítima.

Segundo a divulgação, os participantes realizarão uma caminhada simbólica durante a festa. O percurso seguirá até o palco principal do evento, onde acontecerá um momento de manifestação coletiva.

A proposta é reunir pessoas para expressar sentimentos, lembranças e esperança de que o processo de busca por justiça continue avançando.

A mobilização pretende ser uma ação “breve, mas profundamente significativa”, convidando a população a levar sua presença, memória e voz em defesa da justiça.

A ação reforça que, mesmo após um ano, familiares e amigos seguem lembrando e homenageando Carmen, ao mesmo tempo que mantêm o pedido por esclarecimentos e justiça.

Até hoje o corpo de Carmen não foi encontrado.

Mobilização nas redes sociais

A proposta é que moradores enviem fotografias segurando palavras, frases ou mensagens que representem o que Carmen significa para cada pessoa ou aquilo que desejam expressar neste momento.

As imagens podem ser encaminhadas pelo WhatsApp (67) 99818-2358 para serem publicadas no perfil.

Em publicação divulgada no perfil “Onde Está Carmen?”, os organizadores descatacam a importância da participação popular.

“Cada fotografia será uma pequena chama acesa contra o esquecimento. Cada rosto será uma voz dizendo que Carmen continua presente em nossas memórias e que sua história não será silenciada. Mesmo após um ano, seguimos esperando que a Justiça cumpra seu papel. O processo continua correndo na Justiça, e nossa mobilização também continua”, informa o perfil. “O ato busca manter viva a memória de Carmen e reforçar o pedido por justiça, um ano após um dos casos que mais mobilizaram a comunidade de Ilha Solteira“.

O caso

De acordo com as investigações, a Polícia Civil concluiu que Carmen foi assassinada e teve o corpo ocultado por Marcos Yuri da Silva Amorim, Roberto Carlos de Oliveira e Paulo Henrique Messa.

Yuri e Roberto estão presos pelo crime desde julho do ano passado. Já Paulo Messa permanece foragido.

Yuri e Roberto vão a Júri Popular por feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual. Paulo Henrique será julgado por ocultação de cadáver e fraude processual.

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