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Caso Carmen: acusados vão a Júri Popular, decide Justiça de Ilha Solteira

Yuri e Roberto vão a Júri por feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver. Já Paulo Henrique Messa será julgado por fraude processual e ocultação de cadáver.
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Foto: Reprodução/redes sociais

Marcos Yuri Silva Amorim, o policial militar ambiental aposentado Roberto Carlos de Oliveira e Paulo Henrique Messa serão julgados pelo Tribunal do Júri por todos os crimes denunciados pelo Ministério Público.

De acordo com a promotora Laís Bazanelli Marques dos Santos, Yuri e Roberto serão julgados por feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver.

Já Paulo Henrique Messa vai a Júri Popular por fraude processual e ocultação de cadáver.

A decisão da juíza Lia Freitas Lima foi publicada faltando dois dias para o crime completar um ano. Ainda não há data para a realização do Júri Popular.

Yuri e Roberto estão presos desde julho do ano passado. Já Paulo Henrique teve a prisão preventiva decretada, mas está foragido.

A reportagem do IlhaNews busca contato com as defesas de Yuri, Roberto e Paulo Henrique. O espaço está aberto para manifestação.

Familiares e amigos organizam uma ação simbólica para esta sexta-feira, dia 12 de junho.

Matéria em atualização.

Como funciona o júri popular

Na primeira etapa, as testemunhas são ouvidas e defesa e acusação entregam suas argumentações.

A juíza que preside o júri então decide se o crime é doloso e se há indícios de materialidade e autoria.

Júri popular tem sete jurados civis sorteados da comunidade ilhense.

Eles são responsáveis por decidir se o crime realmente aconteceu e o envolvimento dos acusados.

O corpo do júri não pode discutir o caso entre si nem com outras pessoas.

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