O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) destacou, no Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), o os avanços na adoção de energia solar em seus prédios.
Por meio de convênios firmados com concessionárias, foram instaladas usinas fotovoltaicas em oito fóruns das comarcas de Sorocaba, Rio Claro (Cível e Criminal), Atibaia, Limeira (Fórum Cível), Mogi Guaçu, Ilha Solteira e Pacaembu.
Uma nona unidade está em fase de implantação no Fórum de Teodoro Sampaio. A medida tem proporcionado redução média de 50% nos gastos com energia elétrica desses prédios.
A geração proveniente dos painéis solares atende parte da demanda energética das instalações e diminui a dependência da rede convencional.
Quando supera a necessidade da unidade, o excedente é enviado à distribuidora e convertido em créditos que podem ser utilizados para abater faturas posteriores.
Esse modelo, conhecido como compensação, amplia os benefícios da geração própria e contribui para a eficiência.
Em algumas comarcas, a produção das usinas fotovoltaicas já cobre grande parte da demanda.
É o que acontece nas duas implementações mais recentes, concluídas em dezembro de 2025: no Fórum de Ilha Solteira, o índice de compensação chega a cerca de 97%, enquanto em Pacaembu a estimativa é de que ultrapasse os 100%.
Ou seja, as placas podem ser capazes de fornecer mais energia para a rede pública do que a necessária para manter o fórum.
A expansão dessa fonte de energia pelo TJSP, promovida pela Diretoria de Engenharia e Arquitetura, foi viabilizada por parcerias com as concessionárias Neoenergia Elektro, CPFL e Enel, dentro de programas de eficiência energética regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), sem custos diretos ao Tribunal, além de já ter promovido uma economia total de cerca de R$ 250 mil.
As ações fazem parte do Plano de Logística Sustentável 2021-2026 (PLS), que prevê a redução de 10% do consumo de energia elétrica (em relação ao ano de 2019), além de incluir medidas como a substituição de mais de 24 mil lâmpadas por LED.
Com a ampliação das usinas e a adoção de soluções mais eficientes, o TJSP avança na modernização energética, alinhando a gestão dos prédios a práticas mais sustentáveis no setor público.
Com informações do TJSP






