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Setembro Amarelo

Operadora de celular cobra quase R$ 1 mil de ilhense

O caso ocorreu no mês de dezembro de 2019, mas só agora foi registrado na Delegacia de Polícia de Ilha Solteira.
10 de março de 2020, 13h52
Atualizado em 10 de março de 2020, 16h11
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O caso ocorreu no mês de dezembro de 2019, mas só agora foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Ilha Solteira (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher declarou que contratou um plano de uma determinada operadora durante a mudança do filho, “para que houvesse uma melhor comunicação entre eles”.

Após isso, em dezembro, ela começou e receber ligações da operadora informando que havia débitos em seu nome, porém, o número informado era desconhecido.

Em contato com a atendente, alegou que não havia contratado nenhum plano com o número citado nos débitos.

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A atendente informou, então, que tinha todos os documentos da declarante, inclusive, sua assinatura na contratação do plano.

A ilhense não sabe como isso ocorreu e que não tem conhecimento dessa contratação. Os débitos somam R$ 935.

Ela afirma que só tem dois números em seu nome, o dela e o do filho. A mulher entregou todos os documentos à polícia para investigação.

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