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Moradora do Morumbi encontra inseto “barbeiro” em casa

Bairro tem registrado com frequência o aparecimento de escorpiões

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Foto: Colaboração

Uma moradora da Rua Passo Fundo, no bairro Morumbi, em Ilha Solteira (SP), encontrou um inseto “barbeiro”, principal transmissor da Doença de Chagas.

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O bairro tem registrado com frequência o aparecimento de escorpiões e a orientação da Vigilância Sanitária é semelhante.

Ao encontrar um escorpião-amarelo ou um “barbeiro”, o morador deve recolher o inseto e acionar o órgão municipal pelo telefone 3742-4354, para que agentes façam uma vistoria na casa e na região.

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Porém, no caso de aparecimento de “barbeiro”, não se deve matar o inseto, pois a transmissão do protozoário Trypanosoma cruzi se dá pelas fezes do inseto.

Ao limpar o local, o protozoário pode penetrar no organismo humano pela mucosa dos olhos, nariz e boca ou através de feridas ou cortes recentes existentes na pele.

Nas casas, assim como os escorpiões, os “barbeiros” se escondem em frestas, buracos nas paredes, nas camas, colchões e baús, sempre próximos às fontes de alimento.

Outra forma de transmissão é pela picada do “barbeiro”, enquanto suga o sangue, o inseto deposita fezes na pele da pessoa. A picada provoca coceira e o ato de coçar facilita a penetração do protozário pelo local da picada.

Para controlar o “barbeiro”, a principal dica de prevenção é impedir a proliferação nas casas e arredores.

Outra orientação importante é para o caso de dúvida se o inseto é ou não um “barbeiro”, recolha e encaminhe para a Vigilância Sanitária para confirmação.

Sintomas

No homem e nos animais, o protozoário vive no sangue periférico e nas fibras musculares, especialmente, as cardíacas e digestivas.

Na fase aguda, a Doença de Chagas provoca febre, mal estar, falta de apetite, edemas (inchaço) localizados na pálpebra ou em outras partes do corpo, aumento do baço e do fígado e distúrbios cardíacos.

Em crianças, o quadro pode se agravar e levar à morte. Freqüentemente, nesta fase, não há qualquer manifestação da doença, podendo passar desapercebida.

Na fase crônica da doença, muitos pacientes podem passar um longo período, ou mesmo toda a sua vida, sem apresentar nenhuma manifestação da doença, embora sejam portadores do Tripanosoma cruzi.

Em outros casos, a doença prossegue ativamente, passada a fase inicial, podendo comprometer muitos setores do organismo, salientando-se o coração e o aparelho digestivo.

Com informações da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde

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