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Fundação Cultural de Ilha Solteira completa 30 anos e tem novo presidente

Tavinho encabeça a chapa eleita pelo Conselho Curador; Tia Rô é a vice-presidente e Judy Bell Lee França a diretora executiva

Em todo este tempo, a instituição se consolidou como uma importante peça do cenário cultural da cidade, fazendo um reconhecido trabalho de formação de público na área audiovisual e promovendo oficinas voltadas a todas as idades.

A manutenção do Cine Paiaguás e o oferecimento de oficinas culturais gratuitas são algumas das principais ações da Fundação, que também promove exposições e apoia diversos projetos culturais.

E a ideia é consolidar e ampliar estas ações.

Esta é a perspectiva do músico Tavinho Limma, que acaba de assumir a presidência da Fundação Cultural.

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Tavinho encabeça a chapa eleita, recentemente, pelo Conselho Curador da Fundação, ao lado da professora de dança Rosângela Galana Tokimatsu, a tia Rô, que foi eleita vice-presidente; e da artesã Judy Bell Lee França, que assumiu como diretora executiva.

Para Tavinho Limma, assumir o cargo é “uma honra, mas também uma responsabilidade”.

Para o músico, a Fundação Cultural deve seguir com seus projetos já consolidados. “Vamos continuar com a promoção de oficinas culturais e também com o Cine Paiaguás. O nosso cinema, aliás, é o carro-chefe das ações, e vamos trabalhar para deixá-lo mais adequado para seguir promovendo uma programação de qualidade”, avalia Tavinho.

As perspectivas do novo presidente, aliás, são as melhores possíveis. “Minha perspectiva é a parceria, é a coletividade. É continuar nossos projetos atuais, mas também levar nossas ações para outros locais, como escolas e lugares distantes do centro”, deseja.

História

A Fundação Cultural de Ilha Solteira foi fundada em 1988 e teve como primeiro presidente o administrador do núcleo urbano, Felício Yunes Júnior.

Inicialmente, a Fundação fazia a gestão da Casa da Cultura, tendo recebido o material do antigo Cine Ilha.

Com isso, a partir de 1994, por meio do projeto Cinema Paradiso, foi inaugurado o Cine Paiaguás, que teve uma importante ação de formação de público de cinema na cidade, com uma programação de filmes de qualidade oferecida a preços populares.

A partir de 2005, a Fundação assumiu, por meio de um convênio com a Prefeitura, parte do prédio do Museu e Sala de Convenções Nara Lúcia Nonato, retomando as ações do Cine Paiaguás, promovendo exposições de artes plásticas, realizando oficinas culturais e apoiando diversos projetos.

Atualmente, o Cine Paiaguás conta com uma programação regular alternativa, por meio da execução do Ponto MIS, que exibe filmes gratuitos todas as quartas-feiras.

Além disso, são realizadas mostras de filmes regularmente, além de sessões agendadas para escolas e grupos diversos.

A Fundação também segue promovendo oficinas, tendo realizado recentemente oficinas de dança e documentário.

Atualmente, a instituição trabalha também na organização da exposição “Ilha Solteira em Preto e Branco”, como parte dos festejos dos 50 anos da cidade.

Com informações do Departamento Municipal de Cultura.


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