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Filho de Edson Gomes cumpre pena por morte de jovem

Gustavo deve começar, em breve, o cumprimento da pena pela morte de Marcos Vinícius, em Votuporanga.

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O filho mais novo de Edson Gomes, Gustavo Giantomassi Gomes, deve começar, nos próximos dias, o cumprimento da pena pela morte de Marcos Vinícius dos Santos Pereira, no dia 8 de agosto de 2016, em Votuporanga (SP).

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Em decisão de ontem (15), Gustavo tem cinco dias para iniciar a pena de prestação de serviços comunitários.

Ele deverá comparecer à Secretaria Municipal de Assistência Social de Ilha Solteira (SP), que fará o encaminhamento ao local de cumprimento e fiscalização da prestação de serviços.

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Vale lembrar que o pai, Edson Gomes, e a mãe, Odília Gomes, já foram prefeitos de Ilha Solteira e que o irmão, Otávio Gomes, é quem governa a cidade, atualmente.

Gustavo também deverá entregar sua CNH no prazo de cinco dias para que dê início ao cumprimento da pena de suspensão da habilitação para dirigir veículos automotores pelo prazo de sete meses.

O ilhasolteira.news questionou a secretária municipal de Assistência Social, Cátia Buzola se já havia definição sobre o local de cumprimento, mas ainda não obteve retorno.

O caso

De acordo com o processo da 2ª Vara Criminal de Votuporanga, no início da manhã do dia 8 de agosto de 2016, Gustavo dirigia uma Toyota Hilux, placas de Pedro Gomes (MS), no estacionamento do evento denominado Votu Rodeo Music.

Conforme relatos de testemunhas, a caminhonete fazia manobras bruscas conhecidas como “cavalo de pau” e “zerinho” dentro do estacionamento.

Em uma dessas manobras, a caminhonete capotou e Marcos foi arremessado para fora do veículo, sendo atingido logo em seguida.

O laudo pericial atestou que, pelos vestígios constatados no local, Gustavo “efetuava manobra tida como ‘cavalo de pau’, quando ocorreu o acidente”.

Antes mesmo que a vítima fosse socorrida, Gustavo deixou o local do acidente. Marcos sangrava pelos ouvidos, boca e nariz e acabou morrendo no local.

Réu primário, Gustavo Gomes foi processado por homicídio culposo e omissão de socorro.

Ele foi condenado pelo juiz Maurício José Nogueira a 3 anos, 7 meses e 16 dias de detenção, em regime aberto, além da suspensão da CNH por um ano.

A pena de Gustavo foi transformada em prestação de serviços à comunidade por igual período.

A defesa de Gustavo recorreu à segunda instância. No Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) conseguiu afastar a causa de aumento da pena relativa à omissão de socorro.

Também conseguiu reduzir a pena privativa de liberdade para 2 anos e 4 meses de detenção e o prazo de suspensão da habilitação para dirigir de sete meses.

Não satisfeita, a defesa recorreu novamente, desta vez ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas o recurso não foi admitido e o processo transitou em julgado conforme julgado no TJSP.

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