Estudantes do curso técnico em Edificações do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus Ilha Solteira, participaram de um projeto de mapeamento dos patrimônios culturais materiais e imateriais do município de Ilha Solteira (SP).
+📲 Clique aqui e siga o canal Ilha News no WhatsApp!
A iniciativa foi realizada em 2025 em parceria com o Ministério da Cultura e resultou na publicação da obra Quais São os Patrimônios Materiais e Imateriais de Ilha Solteira?.
Durante o projeto, os estudantes tiveram papel central nas atividades de levantamento, registro e catalogação de bens culturais da cidade, contribuindo para identificar construções, tradições, práticas culturais e histórias que ajudam a compreender a identidade local.
A experiência permitiu que os alunos aplicassem conhecimentos técnicos em uma atividade de pesquisa voltada à valorização da memória e da cultura do município.
A ação foi desenvolvida pelo agente cultural do Ministério da Cultura Gabriel Reis de Carvalho em parceria com o professor Marcos da Cruz Alves Siqueira, do IFSP.
Além dos estudantes, o trabalho contou com a colaboração de artistas, artesãos, pesquisadores e moradores da cidade, que compartilharam memórias e saberes sobre a história e as manifestações culturais de Ilha Solteira.
Instituições de ensino e pesquisa também contribuíram para a realização do projeto.
O IFSP campus Ilha Solteira e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), campus Três Lagoas, ofereceram apoio técnico e científico às atividades de pesquisa e organização das informações coletadas.
A iniciativa contou ainda com apoio institucional e financeiro da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Departamento Municipal de Cultura, da Prefeitura de Ilha Solteira, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, no âmbito do Edital de Fomento Aldir Blanc Ilha Solteira nº 001/2024.
A publicação reúne os resultados do mapeamento e busca valorizar e preservar a memória cultural da cidade, registrando diferentes expressões artísticas, tradições e espaços que fazem parte da história local.
O trabalho também reforça a importância da participação dos estudantes em projetos que conectam ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para aproximar a instituição da comunidade.
A obra propõe inclusive que o mapeamento cultural seja um processo contínuo, aberto a novas descobertas e registros, ampliando o conhecimento sobre o patrimônio cultural de Ilha Solteira e fortalecendo os vínculos da população com sua própria história.


Fonte: IFSP







