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Caso Carmen: “Foi uma investigação muito complexa”, diz promotora de Justiça

Inquérito policial tem mais de 2.000 páginas, que foram analisadas para oferecimento das denúncias.
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Foto: Rodrigo Mariano/Ilha News

A representante do Ministério Público revelou que o inquérito policial possui mais de 2.000 páginas com depoimentos, laudos periciais, quebras de sigilo e que todo esse material foi analisado para o oferecimento da denúncia.

Yuri Amorim e Roberto Oliveira foram denunciados por feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual. Já Paulo Henrique Messa foi denunciado por ocultação de fraude processual pela destruição de provas.

Os três agora são réus do processo e deverão apresentar defesa escrita à Justiça. Outras duas pessoas indiciadas terão suas condutas analisadas, separadamente, já que os crimes pelos quais foram indiciadas não têm relação direta com o crime de feminicídio.

“Foi uma investigação muito grande e muito complexa”, resumiu a promotora de Justiça sobre o Caso Carmen.

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Segundo ela, a denúncia foi apresentada ontem (21) e no mesmo dia foi recebida pela Justiça, que decretou a prisão preventiva de Paulo Messa.

Ontem mesmo a Polícia Militar tentou cumprir o mandado de prisão, mas ele conseguiu fugir. Paulo Henrique Messa já é considerado foragido da Justiça.

O corpo

O corpo de Carmen está desaparecido há 132 dias e é o questionamento que mais gera revolta na população ilhense: “onde está Carmen?”.

“O corpo não foi encontrado, no entanto, o corpo não é o único elemento para que a gente consiga deflagrar uma ação penal contra essas pessoas. Existem inúmeras outras provas”, afirmou a promotora de Justiça.

Ainda segundo ela, nesta fase do processo ainda é possível que qualquer um dos envolvidos indique o que foi feito com o corpo da jovem estudante universitária.


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