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Caso Carmen: Policial aposentado participa hoje de reconstituição do crime

Roberto está preso desde o dia 10 de julho no presídio militar Romão Gomes, na capital.
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Foto: Internet

O policial militar ambiental da reserva Roberto Oliveira participa, nesta quinta-feira (21), da reconstituição do crime cometido no dia 12 de junho contra Carmen Oliveira, em Ilha Solteira (SP).

A reconstituição do crime, também chamada de reprodução simulada dos fatos, é um procedimento investigativo que visa esclarecer as circunstâncias de um crime, reconstituindo os eventos no local onde ocorreram.

Na versão de Roberto, Carmen já estava morta quando ele chegou no sítio e que Yuri Amorim é o autor do feminicídio.

O policial aposentado disse ainda em depoimento que não participou da ocultação do corpo de Carmen. Que apenas ajudou Yuri a se livrar do celular da jovem e de um balde contendo terra e sangue da vítima.

Agora, a polícia busca através da reconstituição verificar a compatibilidade entre as versões apresentadas pelos suspeitos, com base nas evidências físicas encontradas na cena do crime e na dinâmica dos fatos.

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Roberto, que está preso desde o dia 10 de julho no Presídio militar Romão Gomes, na capital, deverá recriar a cena do crime no sítio localizado no Assentamento Estrela da Ilha conforme sua versão.

Isso inclui a disposição de objetos e elementos relevantes para o caso. Será analisada a movimentação da vítima e dos suspeitos.

Yuri também participará de uma reconstituição, em data ainda não divulgada, para que a polícia possa confrontar as duas versões e identificar incoerências ou inconsistências.

A reconstituição pode revelar detalhes que indiquem premeditação ou outros fatores que agravem a situação dos suspeitos.

É importante ressaltar que a reconstituição não é uma reprodução perfeita do crime, mas sim uma simulação que busca esclarecer os fatos.

Versão de Roberto

Em seu último depoimento, Roberto afirmou que quando chegou no sítio, Carmen já estava morta e que havia sangue na cabeça e um vergalhão ao lado do corpo.

Ele disse ainda que Yuri utilizou sua caminhonete para arrastar o corpo de Carmen até a margem do Rio São José dos Dourados, mas que não o acompanhou neste momento.

Em seguida, Yuri lavou toda a cena do crime. Somente mais tarde é que ajudou Yuri a se desfazer do celular de Carmen bem como do balde com terra e sangue da vítima.

Roberto disse ainda que não participou da ocultação do corpo.


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