A Polícia Civil de Ilha Solteira (SP) apreendeu, na manhã desta quinta-feira (31), pedaços de um celular que podem ser da estudante universitária Carmen Oliveira, de 26 anos, desaparecida desde o dia 12 de junho.
Com apoio da Guarda Municipal, uma nova diligência foi realizada com base nos novos depoimentos dos dois principais suspeitos de envolvimento no desaparecimento de Carmen.
Os pedaços do aparelho foram localizados às margens da rodovia que corta o bairro Ipê. A polícia também buscava localizar outros objetos.
Yuri Amorim foi ouvido na segunda-feira (28), na Cadeia de Penápolis (SP). Já o policial militar ambiental da reserva Roberto Oliveira foi ouvido na terça-feira (29), no Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista.


Os dois suspeitos estão presos há 21 dias, restando apenas nove dias para o fim da prisão temporária de 30 dias. Eles foram presos no último dia 10, após cumprimento de mandado de prisão na casa de Roberto.
O delegado responsável pelo caso, Miguel Rocha, confimou a hipótese, com base nos depoimentos, que a estudante universitária foi vítima de feminicídio e que foi morta no sítio de Yuri, no Assentamento Estrela da Ilha.
Os depoimentos também apontaram novas informações quanto a ocultação do corpo, mas “os detalhes não serão divulgados para não comprometer as investigações”, afirma Miguel Rocha.
O delegado adiantou que, diante das versões apresentadas nos depoimentos e da localização dos pedaços do celular, deverá ser solicitada a prorrogação da prisão temporária de Yuri e Roberto por mais 30 dias.
Após as novas diligências, o delegado deve solicitar a realização de uma reconstituição do crime no sítio de Yuri.
Os pedaços do celular serão encaminhados para a perícia. Outras diligências ainda serão realizadas nos próximos dias.
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