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Caso Carmen: Polícia envia caminhonete, moto e ossos para perícia

Uma caminhonete do policial militar ambiental da reserva Roberto Oliveira e a moto de Yuri Amorim foram encaminhadas para Andradina
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Fotos: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de Ilha Solteira (SP) continua as investigações do caso Carmen Oliveira, de 26 anos, desaparecida desde o dia 12 de junho, quando saiu do campus 2 da Unesp, onde cursava o último ano de Zootecnia.

Agora, veículos dos dois suspeitos foram encaminhados para Andradina (SP) para passarem por perícia. Uma caminhonete do policial militar ambiental da reserva Roberto Oliveira e a moto de Yuri Amorim.

O delegado Miguel Rocha informou ainda que foram enviados para perícia alguns ossos encontrados junto a um monte de entulhos queimados no lote de Yuri, no Assentamento Estrela da Ilha.

A casa do sítio passou novamente por perícia, na noite de ontem (16), com a utilização de luminol, um reagente químico que detecta sangue, mesmo em cenas de crime que foram lavadas e limpas.

Os veículos e a casa já haviam passado por perícia logo após a prisão temporária de Yuri e Roberto.

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Segundo ele, há quase certeza de que se tratam de ossos de animais do próprio sítio, porém, a perícia será realizada para que não reste dúvida.

Yuri e Roberto foram presos no último dia 10 e, até o momento, ainda não foram ouvidos, formalmente, pelo delegado responsável pelo caso.

Carmen Oliveira está desaparecida há 35 dias. Saiba como colaborar com as investigações clicando aqui.

O caso

Carmen é uma mulher trans, aluna da Unesp de Ilha Solteira, cursava o último ano de Zootecnia. Ela está desaparecida desde o dia 12 de junho, quando saiu do campus 2 da faculdade, após fazer uma prova. Yuri estudava na mesma sala.

A Polícia Civil aponta Yuri Amorim e Roberto Oliveira como responsáveis pela morte dela – o corpo ainda não foi encontrado.

Os dois estão presos temporariamente. Yuri foi levado para a Cadeia de Penápolis (SP). Já Roberto está no presídio militar Romão Gomes, em São Paulo.

Carmen e Yuri se conheciam há 15 anos. A Polícia Civil não informou há quanto tempo Yuri e Roberto se conhecem.

Desde o desaparecimento, amigos e familiares têm atuado, incansavelmente, nas buscas e realizado manifestações cobrando agilidade da investigação.


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